Close Menu
Fatos Amazonas
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Trending
    • Formação em Pedagogia da Floresta reúne educadores na RDS Igapó-Açu
    • David Almeida inicia rede produtiva do café em Manaus e avança na diversificação econômica, além da Zona Franca
    • Água, Clima e Saberes da Amazônia: Sema promove discussão com agentes especialistas e agentes públicos 
    • Ageman encerra prazo para contribuições à consulta pública sobre fiscalização do saneamento nesta terça-feira, 24/3
    • Polícia Civil prende homem condenado a mais de sete anos por roubo no Centro de Manaus
    • SSP-AM faz busca ativa para localizar donos de aparelhos localizados pelo RecuperaFone
    • Campanha de atualização cadastral de rebanhos em Roraima começa em 1º de abril
    • Prefeitura de Manaus realiza ‘Beiradão da Cultura’ na feira da Panair
    Facebook X (Twitter) Instagram YouTube
    Fatos AmazonasFatos Amazonas
    • Início
      • Quem Somos
    • Manaus
      • famosos
      • Educação
      • Polícia
      • Política
      • Prefeitura de Manaus
      • Saúde
      • Tecnologia
      • Turismo
    • Amazonas
      • Governo do Amazonas
    • Brasil
    • Mundo
    • Esporte
    • Contato
    Fatos Amazonas
    Home»Meio Ambiente»CNS lança nota e reforça protagonismo de comunidades extrativistas em soluções climáticas na Amazônia
    Meio Ambiente

    CNS lança nota e reforça protagonismo de comunidades extrativistas em soluções climáticas na Amazônia

    Redação Fatos AMBy Redação Fatos AM8 de agosto de 2025Nenhum comentário3 Mins Read
    Share
    Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email

    O Conselho Nacional das Populações Extrativistas (CNS) lançou a nota pública “A Força Transformadora das Comunidades Tradicionais Extrativistas e o Mercado de Carbono na Amazônia”, no Dia Mundial da Conservação da Natureza. O texto relembra a história do movimento e reafirma seu posicionamento frente aos novos desafios climáticos e a participação de comunidades e povos da floresta em projetos de carbono na região.

    Um dos marcos iniciais ocorreu em outubro de 1985, quando mais de 100 seringueiros saíram de lugares remotos na Amazônia para participar da transição para o atual modelo democrático, em Brasília (DF). Com a criação do Conselho Nacional dos Seringueiros, sob a liderança de Chico Mendes, surgiu a ideia da Reserva Extrativista (RESEX), uma política de reforma agrária que valoriza o modo de vida tradicional de quem mora na floresta.

    Enormes dificuldades foram enfrentadas no processo de implantação da política. Sobretudo, o descrédito por parte das autoridades governamentais “de que pessoas simples, com linguagem do interior da Amazônia, pudessem formular soluções inusitadas, ousadas e defendidas com tanta convicção”, conforme destaca a nota.

    Hoje, segundo dados do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), as RESEXs ocupam 157.454,46 quilômetros quadrados (km²), beneficiando mais de 120 mil pessoas em 98 territórios protegidos como política pública. As informações podem ser acessadas no Painel Unidades de Conservação Brasileiras: cnuc.mma.gov.br/powerbi.

    Além de relembrar a história do movimento, a nota reforça como as populações extrativistas têm assumido o protagonismo na busca de novos caminhos para enfrentar os desafios ligados às mudanças climáticas. Desde 2022, o CNS promove oficinas, seminários e processos de consulta que já envolveram mais de 900 lideranças, respeitando a paridade de gênero e a participação de jovens, e abordando temas como efeito estufa, Conferência das Partes (COP), Acordo de Paris, REDD+ e mercado de créditos de carbono.

    Esse movimento resultou no engajamento da entidade na construção do Sistema Jurisdicional de REDD+ (Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação Florestal) no Pará, considerado o mais adequado para garantir a proteção dos territórios e a valorização das populações que mantêm a floresta em pé.

    “O debate sobre REDD+ não começou agora. Ele vem sendo construído há muitos anos com muito esforço, escuta e participação das comunidades que vivem da floresta e dela dependem para sobreviver. O CNS, junto com outras redes, tem trabalhado de forma incansável para garantir que a consulta livre, prévia e informada aconteça de verdade, com presença e respeito ao tempo das comunidades. Nosso diálogo com o Estado e com outras instituições é sempre pautado pela firmeza e pelo compromisso histórico que temos com a defesa dos povos extrativistas. Seguiremos firmes na luta por políticas públicas que respeitem nossos territórios, nossos modos de vida e os direitos de quem mantém a floresta em pé”, afirma Júlio Barbosa, presidente do CNS.


    A nota pública pode ser conferida pelo link: https://cnsbrasil.org/nota-publica-a-forca-transformadora-das-comunidades-tradicionais-extrativistas-e-o-mercado-de-carbono-na-amazonia/.

    Compartilhe isso:

    • Clique para compartilhar no Facebook(abre em nova janela)
    • Clique para compartilhar no WhatsApp(abre em nova janela)

    Relacionado

    Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn WhatsApp Reddit Tumblr Email
    Redação Fatos AM
    • Website

    Related Posts

    Água, Clima e Saberes da Amazônia: Sema promove discussão com agentes especialistas e agentes públicos 

    23 de março de 2026

    Prefeitura celebra Dia da Água com conjunto de entregas da gestão ambiental e avanço da revitalização do Parque do Mindu 

    21 de março de 2026

    Manejo do fogo ganha destaque em encontro que reúne países da Pan-Amazônia

    21 de março de 2026
    Leave A Reply Cancel Reply

    Nossas Redes
    • Facebook
    • Twitter
    • Instagram
    • YouTube
    Publicidade
    Demo
    Comentários
      Fatos Amazonas
      Facebook X (Twitter) Instagram
      © 2026 FatosAM. Todos os direitos reservados. Mantido por Jota Conecta

      Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.