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    Home»Cultura»Adeus Sapiens, obra de ficção climática, propõe um futuro possível para a humanidade
    Cultura

    Adeus Sapiens, obra de ficção climática, propõe um futuro possível para a humanidade

    Redação Fatos AMBy Redação Fatos AM2 de outubro de 2025Nenhum comentário5 Mins Read
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    Livro do brasileiro James Marins ganhará adaptação para o cinema

    Autor e presidente do Instituto Legado, James Marins lança em outubro, pela editora Ibis Libris, o livro Adeus Sapiens, uma obra de ficção climática que chega para provocar a consciência coletiva e oferecer um “plano de transformação” capaz de transcender o Homo economicus. Classificado como uma “eutopia”, o livro vai além da denúncia das crises globais, propondo caminhos para um futuro possivel em que a humanidade possa resistir e florescer.

    Com prefácio da vencedora do Prêmio Kindle e cineasta Gisele Mirabai, a obra acompanha a extraordinária trajetória de William, jornalista investigativo e ganhador do Prêmio Pulitzer que carrega em seu corpo uma mutação genética rara que o tornou amortal. Condenado — ou privilegiado — a atravessar gerações sem sucumbir ao tempo, William revisita mais de 170 anos de existência, da queda do Muro de Berlim, em 1989, a um futuro distante, em um relato que mistura confissão e reflexão. Ao longo dessa jornada, suas memórias revelam a transformação de um cético implacável em alguém profundamente sensibilizado diante da tragédia socioclimática que marca a história da humanidade.

    “Sempre escrevo livros que eu gostaria de ler e gosto de romances que promovam a reflexão, que nos proporcionem novas formas de pensar”, explica James Marins. “Acredito que os leitores vão encontrar nesta jornada literária autoquestionamentos sobre a realidade humana e vão poder refletir ao lado dos personagens que povoam a história. Entre os questionamentos, faço provocações como: O que eu faria se pudesse viver mais cem anos? Se pudesse viver o futuro que eu mesmo edifiquei, como eu seria? Repetiria a mim mesmo, me esforçaria para melhorar, ou simplesmente não suportaria essa condição e pediria de volta meu direito de morrer logo? Espero que os leitores se defrontem com essas questões de forma construtiva, com pensamento evolucionário, mesmo sabendo que talvez seja preciso que muita coisa piore antes que possa melhorar.”

    A narrativa se estrutura de forma inovadora: William conta sua história em primeira pessoa a Mariá, uma inteligência artificial, por meio de um processo de neurotranscrição de memórias. O enredo é tecido como as “linhas de barbante” da filósofa Donna Haraway, unindo elementos históricos, factuais e ficcionais que se transformam em ferramentas para pensar e agir no mundo real.

    “Uma das ideias centrais dessa escolha narrativa está no fato de que costumamos enxergar a realidade a partir de fragmentos temporais muito curtos”, explica o autor. “Ao expandirmos nossa visão para um período histórico mais longo, teremos melhor condição de compreender o contexto no qual nos inserimos. Esse foi um dos desafios do protagonista, interligar fatos históricos aparentemente distantes ou desconectados. Por isso o arco dramático do romance transcorre em uma linha temporal dilatada e às vezes difusa. O leitor precisa experimentar — e talvez sofrer — fisicamente a passagem do longo tempo da narrativa.”

    Adeus Sapiens também é uma contundente crítica aos bilionários da tecnologia, aos excessos do mercado e à alta concentração de renda, apontados como causas da crise civilizatória e da iminente extinção em massa. O livro confronta de maneira direta a visão do Homo Deus, de Yuval Harari, apontando-a como “o maior engano”. Para Marins, o autor israelense apresenta uma imagem materialista e reducionista do ser humano, embora muito bem descrita por um comunicador extraordinário. “É como se a única saída para a humanidade fosse tecnológica, genética ou híbrida. Mas a evolução de que precisamos vai muito além dessa imagem do Homo Deus, que se automodifica materialmente. Volto a dizer: o Homo Deus, de Harari, é uma criatura pobre, robotizada e drogada. Nossa verdadeira evolução está no campo da consciência,” finaliza James Marins.

    Um convite à reflexão, a renovar nossos horizontes, cultivar sonhos e abrir trilhas possiveis e sustentáveis para os que ainda chegarão, Adeus Sapiens também será levado às telas. A premiada cineasta Mara Mourão, vencedora de dois Kikitos e indicada ao Emmy Awards, prepara a adaptação cinematográfica da obra.

    Sobre o autor

    James Marins é advogado, consultor e escritor, doutor em Direito e pós-doutor pela Universitat de Barcelona, onde atuou como professor convidado. É idealizador do primeiro programa de Pós-Graduação em Empreendedorismo Social e Negócios Sociais do Brasil e do MBA em Negócios de Impacto, pioneiro no país. Autor de diversos livros e mais de uma centena de artigos científicos, destacou-se com A Era do Impacto, em que defende o potencial transformador do momento atual da humanidade. Há 25 anos fundou o escritório Marins Bertoldi Advogados, reconhecido entre os mais admirados do país, e, ao lado da esposa Gláucia, criou o Instituto Legado de Empreendedorismo Social, referência no ecossistema de impacto e case do Projeto Erasmus da União Europeia. Velejador oceânico, acumula mais de 25 mil milhas navegadas, encontrando no mar fonte de inspiração para sua vida e obra.

    Adeus Sapiens

    Autor: James Marins – @autorjamesmarins

    Editora: Ibis Libris – @ibislibris

    Páginas: 430

    Preço: R$ 74,90

    Lançamento:
    Dia: 17/10/2025 às 17h
    Onde: Livraria da Vila
    Endereço: Piso L3, Loja 314, Pátio Batel, Curitiba, Paraná

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