Close Menu
Fatos Amazonas
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Trending
    • Comissão de Constituição, Justiça e Redação da CMM analisa 13 projetos com foco em acessibilidade e meio ambiente
    • Mostra Amyipaguana reúne música, cortejo e tradições populares no Largo de São Sebastião
    • Prefeitura de Manaus abre inscrições para cursos de ‘Criação de Websites’ e ‘Operador de Computador’
    • Impulsionado pelo Governo do Tocantins, setor mineral movimenta R$ 2 bilhões e fortalece a economia do estado
    • Faltando menos de 20 dias para o fim do prazo, 363 prestações de contas ainda não foram enviadas ao TCE-AM
    • Com assinatura de Rother e Abbud, condomínio de alto padrão oferece ‘pagamento safra’ na Farm Show MT
    • Centro Especializado em Transtorno do Espectro Autista do Tocantins realiza Cinoterapia
    • Feira agro projeta R$ 2 bilhões em negócios e amplia movimentação do mercado imobiliário no MT
    Facebook X (Twitter) Instagram YouTube
    Fatos AmazonasFatos Amazonas
    • Início
      • Quem Somos
    • Manaus
      • famosos
      • Educação
      • Polícia
      • Política
      • Prefeitura de Manaus
      • Saúde
      • Tecnologia
      • Turismo
    • Amazonas
      • Governo do Amazonas
    • Brasil
    • Mundo
    • Esporte
    • Contato
    Fatos Amazonas
    Home»Política»Quando acordei, pedia que a minha filha não ficasse órfã, diz Bolsonaro
    Política

    Quando acordei, pedia que a minha filha não ficasse órfã, diz Bolsonaro

    Redação Fatos AMBy Redação Fatos AM15 de julho de 2022Nenhum comentário3 Mins Read
    Share
    Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email

    Com o acirramento da discussão sobre o aumento da violência política e casos de ataques a militantes e apoiadores do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o presidente Jair Bolsonaro (PL) voltou a Juiz de Fora (MG), cidade em que foi alvo de uma facada há quatro anos durante a campanha eleitoral de 2018. Na cidade mineira, Bolsonaro participou de um culto evangélico e voltou a relembrar o atentado que sofreu de Adélio Bispo.

    “É uma coisa que a gente nunca espera acontecer conosco. Alguns perguntam pra mim: “Quem tentou te matar? Temos o assassino, três advogados com condições, temos palavras de alguns, um que tentou entrar na Câmara usando o nome do Adélio, entre tantas e tantas outras coisas. Eu não tenho ascendência sobre a Polícia Federal. Me acusando de interferir o tempo todo. Não acham nada”, disse.

    O presidente chegou à cidade mineira por volta das 9h e seguiu em motociata para um culto evangélico da 43ª Convenção Estadual das Assembleias de Deus. No trajeto, uma mulher que protestava contra o presidente foi retirada do ato ao se aproximar de Bolsonaro.

    Após o encontro com religiosos, o presidente seguiu para a Santa Casa de Juiz de Fora, onde foi operado após ser esfaqueado quando cumpria agenda eleitoral, em 6 de setembro de 2018. O autor do ataque, Adélio Bispo de Oliveira, foi preso em flagrante.

    O presidente se emocionou ao relembrar o episódio e agradeceu aos médicos que participaram do atendimento logo após o atentado “O que eu mais pedia no período em que eu acordei (da facada) é que a minha filha não ficasse órfã”, disse.

    Bolsonaro foi esfaqueado quando cumpria agenda eleitoral em Juiz de Fora (MG), em 6 de setembro de 2018. O autor do ataque, Adélio Bispo de Oliveira, foi preso em flagrante.

    A Polícia Federal (PF) já concluiu que não houve um mandante para o crime e que Adélio agiu por conta própria. A Justiça considerou o autor do crime inimputável em razão de doença mental, enquanto o presidente insiste na narrativa de que foi alvo de um ataque político.

    A facada voltou a ser citada pelo presidente após um militante petista ser morto por um policial penal bolsonarista em Foz do Iguaçu, no Paraná.

    “Somos contra qualquer ato de violência. Eu já sofri um (ato) disso na pele. A gente espera que não aconteça, obviamente. Está polarizada a questão. Agora, o histórico de violência não é do meu lado. É do lado de lá”, afirmou ontem no Palácio do Planalto

    O guarda municipal Marcelo Arruda foi assassinado por Jorge Guaranho, na noite de sábado, 9, quando comemorava 50 anos em uma festa decorada com imagens do ex-presidente Lula, em um clube de Foz do Iguaçu. Guaranho é bolsonarista e tem várias postagens em suas redes sociais de apoio ao presidente. Hoje, a Polícia Civil do Paraná imputou ao apoiador do presidente o crime de homicídio duplamente qualificado – por motivo torpe e causar perigo comum – mas não foi mencionada qualquer motivação política.

    Estadão conteúdo

    Compartilhe isso:

    • Clique para compartilhar no Facebook(abre em nova janela)
    • Clique para compartilhar no WhatsApp(abre em nova janela)

    Relacionado

    Bolsonaro
    Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn WhatsApp Reddit Tumblr Email
    Redação Fatos AM
    • Website

    Related Posts

    Comissão de Constituição, Justiça e Redação da CMM analisa 13 projetos com foco em acessibilidade e meio ambiente

    12 de março de 2026

    Faltando menos de 20 dias para o fim do prazo, 363 prestações de contas ainda não foram enviadas ao TCE-AM

    12 de março de 2026

    Tocantins participa da 14ª Conferência Nacional do SUAS e integra debates que reúnem mais de 2 mil pessoas em Brasília

    8 de dezembro de 2025
    Leave A Reply Cancel Reply

    Nossas Redes
    • Facebook
    • Twitter
    • Instagram
    • YouTube
    Publicidade
    Demo
    Comentários
      Fatos Amazonas
      Facebook X (Twitter) Instagram
      © 2026 FatosAM. Todos os direitos reservados. Mantido por Jota Conecta

      Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.