Close Menu
Fatos Amazonas
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Trending
    • Polícia Civil prende homem por estupro de vulnerável da enteada e das primas em Tabatinga
    • Prefeitura de Manaus avança na reconstrução da drenagem profunda na avenida Autaz Mirim e reforça segurança em corredor estratégico da zona Leste
    • Marco histórico: pela primeira vez, TCE-AM recebe 100% das prestações de contas dentro do prazo
    • Café com Leite: Prefeitura de Iranduba paga preços abusivos por produtos básicos
    • Hospital Público Veterinário do Amazonas terá funcionamento especial durante a Semana Santa
    • Prefeitura de Manaus participa de reunião para início do segundo ciclo da Agenda Cidade Unicef
    • Em Beruri, Polícia Civil prende mentor de estupro de vulnerável coletivo contra criança indígena de três anos
    • Em Itacoatiara, PC-AM prende empresário pelos crimes de estupro qualificado e importunação sexual
    Facebook X (Twitter) Instagram YouTube
    Fatos AmazonasFatos Amazonas
    • Início
      • Quem Somos
    • Manaus
      • famosos
      • Educação
      • Polícia
      • Política
      • Prefeitura de Manaus
      • Saúde
      • Tecnologia
      • Turismo
    • Amazonas
      • Governo do Amazonas
    • Brasil
    • Mundo
    • Esporte
    • Contato
    Fatos Amazonas
    Home»Economia»Vale a pena pagar só o mínimo do cartão de crédito? 
    Economia

    Vale a pena pagar só o mínimo do cartão de crédito? 

    Redação Fatos AMBy Redação Fatos AM8 de dezembro de 2025Nenhum comentário5 Mins Read
    Share
    Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email

    Especialista da Recovery explica quando recorrer a esta alternativa ou considerar parcelamento da fatura ou renegociação da dívida

    Com o avanço do endividamento das famílias, o cartão de crédito segue como um dos principais pontos de pressão no orçamento. Segundo a Confederação Nacional do Comércio (CNC), 79,5% das famílias estavam endividadas em outubro de 2025, o maior índice da série histórica.

    Desde as novas regras do Desenrola Brasil, os juros rotativos do cartão de crédito não podem ultrapassar o valor original da dívida. Ou seja, uma fatura de R$ 100 não pode se transformar em mais de R$ 200, já contando juros e encargos. Mesmo assim, o risco de superendividamento permanece alto para quem não consegue pagar a fatura integral.

    Para Camila Poltronieri Flaquer, Head de Cobrança Digital (B2C) da Recovery, o princípio básico é simples: “Sempre que possível, priorize o pagamento do valor total da fatura para não entrar num ciclo de endividamento. Caso esta não seja uma opção, o consumidor precisa avaliar com cuidado se prefere realizar o pagamento mínimo ou solicitar o parcelamento da fatura, avaliando quais são as melhores condições para a quitação da dívida”, diz.  

    A seguir, entenda as diferenças entre o pagamento do valor mínimo e o parcelamento da dívida, e quando recorrer a cada alternativa. 

    Quando faz sentido pagar o valor mínimo

    Pagar o valor mínimo da fatura evita o atraso imediato, evita o bloqueio do cartão de crédito e mantém o consumidor longe da negativação. No entanto, ao escolher essa opção, o cliente entra no crédito rotativo, que possui os juros mais altos do mercado e aumenta o valor total devido.

    Pelas regras do Banco Central, o rotativo só pode durar até a fatura seguinte. Depois disso, o saldo automaticamente migra para outra modalidade, geralmente o parcelamento da fatura. É válido ressaltar que o pagamento mínimo reduz o limite disponível do cartão e gera a sensação de que o valor da fatura não encolhe, o que é verdade, já que quase todo o saldo devedor permanece.

    “Pagar o valor mínimo da fatura só faz sentido quando você terá condições reais de quitar o restante no mês seguinte. Do contrário, a dívida cresce de forma acelerada por causa dos juros compostos, e o valor praticamente não diminui”, explica a especialista. 

    Quando faz sentido parcelar a dívida 

    O parcelamento transforma o saldo pendente em uma espécie de empréstimo, com juros e parcelas fixas. Para quem não tem como pagar o valor integral na fatura seguinte, pode ser uma solução mais previsível.

    A modalidade ajuda a organizar o orçamento, mas exige disciplina. Durante o período de parcelamento, o limite do cartão fica comprometido, e novas compras podem rapidamente criar uma dívida somada às parcelas já contratadas. É daí que surge o chamado “efeito bola de neve”, comum entre consumidores que tentam conciliar parcelamentos com o uso contínuo do cartão.

    Segundo a executiva, o parcelamento é uma alternativa válida, “desde que as parcelas caibam no orçamento e o consumidor consiga evitar novas despesas no cartão enquanto estiver pagando o acordo.”

    Quando renegociar a dívida 

    Quando a fatura do cartão não é paga – nem mesmo a quantia mínima – o valor imediatamente se converte em dívida, com incidência de juros. Essa situação também ocorre quando as parcelas do acordo de parcelamento deixam de ser pagas, pois não couberam no orçamento.

    Em ambos os casos, a renegociação da dívida é sempre a alternativa mais recomendada. Bancos e recuperadoras de crédito costumam oferecer juros menores, prazos mais extensos e, em alguns casos, até descontos para pagamento à vista. A renegociação também evita medidas mais duras, como ter o CPF negativado ou receber uma cobrança judicial. É uma opção que permite reorganizar o orçamento com base na capacidade real de pagamento. 

    Para Camila, buscar um acordo demonstra boa-fé do consumidor e aumenta as chances de conseguir condições melhores para quitação da dívida.  “É importante conversar com a instituição credora e ser transparente sobre quanto é possível pagar. O banco prefere renegociar a deixar a dívida se arrastar”, explica.

    Depois de firmar o acordo, é necessário cumprir as condições combinadas. Atrasos podem cancelar os benefícios da renegociação e restabelecer os juros anteriores, mais altos.

    Embora alternativas como o pagamento mínimo e o parcelamento possam oferecer um fôlego momentâneo, a especialista reforça que o ideal é buscar sempre pagar o valor total da fatura. “Em um cenário em que tantas famílias convivem com dívidas crescentes, entender essas modalidades e ter disposição para negociar pode fazer toda a diferença, além de evitar que um problema temporário se transforme em um fardo de longo prazo”, conclui.

    Sobre a Recovery

    A Recovery é uma empresa do Grupo Itaú e plataforma especialista em recuperação de crédito no Brasil. Líder de mercado, a companhia possui sob sua gestão mais de R$ 132 bilhões de créditos inadimplidos e, atualmente, mais de 30.7 milhões de clientes com dívidas ativas em sua base. Mais informações em https://www.gruporecovery.com

    Compartilhe isso:

    • Clique para compartilhar no Facebook(abre em nova janela)
    • Clique para compartilhar no WhatsApp(abre em nova janela)

    Relacionado

    Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn WhatsApp Reddit Tumblr Email
    Redação Fatos AM
    • Website

    Related Posts

    Prefeitura participa de reunião do Codam que avalia 45 projetos com R$ 444,9 milhões em investimentos

    1 de abril de 2026

    Seminovos ganham espaço no Brasil e se consolidam como opção econômica para consumidores

    31 de março de 2026

    Tecnologia pode reduzir impacto de apagões no Brasil, aponta especialista

    30 de março de 2026
    Leave A Reply Cancel Reply

    Nossas Redes
    • Facebook
    • Twitter
    • Instagram
    • YouTube
    Publicidade
    Demo
    Comentários
      Fatos Amazonas
      Facebook X (Twitter) Instagram
      © 2026 FatosAM. Todos os direitos reservados. Mantido por Jota Conecta

      Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.