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    Economia

    Brasileiro acredita mais em instituições financeiras do que em autoridades oficiais para prevenir ou resolver golpes digitais

    Redação Fatos AMBy Redação Fatos AM19 de maio de 2026Nenhum comentário6 Mins Read
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    Levantamento da Global Anti-Scam Alliance (GASA) revela que bancos, meios de pagamento e corretoras de criptomoedas estão à frente do governo na percepção de confiança do consumidor;

    Millenials, pais e mães estão entre os consumidores mais visados, com brasileiros em geral sofrendo, em média, uma tentativa de golpe a cada dia e meio

    São Paulo, 18 de maio de 2026. Em um cenário de crescimento dos crimes digitais, o consumidor demonstra maior confiança em instituições financeiras do que em autoridades públicas para se prevenir ou buscar apoio contra golpes e fraudes. É o que revela o relatório O Estado dos Golpes no Brasil 2025, conduzido em mais de 40 países pela organização sem fins lucrativos Global Anti-Scam Alliance (GASA), com uma versão exclusiva em que os pesquisadores reuniram os dados de mil brasileiros entrevistados.

    Para os respondentes no Brasil, bancos, meios de pagamento e corretoras de criptomoedas (1º lugar) estão mais bem preparados para oferecer respostas diante das fraudes, especialmente em aspectos como educação sobre golpes (59%), facilidade de denúncia (58%) e suporte às vítimas (52%). Autoridades de proteção ao consumidor aparecem em 2º lugar na percepção, enquanto a polícia e governo ocupam o 5º e 6º lugares, respectivamente.

    A média global, enquanto isso, mostra que as companhias de seguro estão em 1º lugar na preferência do consumidor para prevenir ou resolver golpes digitais. Bancos, meios de pagamento e corretoras de criptomoedas ficam em 2º lugar e, em 3º, a polícia.

    “O relatório mostra que confiança não se constrói apenas com discurso. A segurança de dados é um componente estratégico para gerar competitividade. O cliente quer saber não apenas quem fala sobre segurança, mas quem está preparado para cuidar do assunto e resolve o problema quando um golpe acontece. Com o tempo, ele vai dar preferência à relação exatamente com as organizações que têm mais condições de coibir as fraudes. Quem souber orientar o consumidor a se proteger tende a criar ambientes mais seguros e construir melhores relacionamentos com o cliente”, destaca Renata Salvini, diretora do capítulo Brasil da GASA.

    Uma rede internacional contra o golpe digital

    Em comum, as instituições mais bem classificadas pelos consumidores possuem recursos como bloqueio de transações suspeitas, canais acessíveis de atendimento e iniciativas contínuas de educação do cliente. A GASA atua globalmente para fomentar o compartilhamento de dados entre empresas e instituições, buscando acelerar a identificação de ameaças e reduzir o tempo de resposta a fraudes.

    “Precisamos de mecanismos que reforcem esse aprendizado e a capacidade de proteção de forma constante, acompanhando a evolução das táticas dos golpistas. Para isso, promovemos três eventos internacionais por ano, investimos em estudos, organizamos comitês e facilitamos a conexão para que executivos troquem experiências e aperfeiçoem diariamente seus métodos. Embora as ferramentas tecnológicas sejam importantes, cultura corporativa e conhecimento fazem a diferença na prevenção dos crimes”, completa.

    Na comparação entre Brasil e o cenário externo, os dados revelam um quadro heterogêneo, que reforça a importância da troca de informações entre os países. Na versão global do relatório publicado pela GASA, 7 a cada 10 adultos foram expostos a tentativas de golpe nos últimos 12 meses, enquanto no local são 8 a cada 10 adultos. Há outros indicadores, todavia, mais discrepantes. A taxa de brasileiros que enfrentam tentativas de fraude diariamente é de 22%, contra 13% da média global – atrás apenas dos EUA e da Argentina.

    O roubo efetivo de dinheiro também atinge o Brasil de forma mais severa. Cerca de 38% dos brasileiros perderam dinheiro para golpes no último ano, comparado a 23% globalmente. O “golpe das compras online” é o grande vilão tanto no cenário nacional quanto no mundial, afetando 60% das vítimas no Brasil e 54% das vítimas ao redor do mundo. Entre os brasileiros, 20% relataram estresse por terem sido culpados pelos outros devido ao descuido, taxa quase o dobro da média global de 11%.

    Millenials, pais e mães entre os consumidores mais visados 

    No país, o perfil mais suscetível a sofrer prejuízos financeiros são pais de crianças com idades entre 7 e 17 anos, e millenials. A geração dos nascidos entre 1981 e 1996 também é a que mais perde dinheiro nas fraudes. São, em média, R$ 1.982 roubados a cada golpe.

    “Essa é uma das gerações que mais utiliza serviços digitais, portanto, mais exposta ao que acontece online. Como pais, sua rotina é sobrecarregada e muitas de suas decisões são tomadas, praticamente, no piloto automático. Para piorar, um dos golpes que se tornaram mais comuns é o do criminoso que simula ser filho da vítima e envia uma mensagem avisando que trocou de número ou pedindo dinheiro. Um momento de distração é suficiente para clicar em um link desconhecido ou digitar uma senha em páginas falsas. O cuidado deve ser redobrado”, alerta Renata. 

    O Brasil é um dos países em que os pais menos relataram que seus filhos foram vítimas de pelo menos um golpe – 15%, contra 35% nos EUA e na Suíça, 38% no Japão e 43% em Taiwan.

    O capítulo brasileiro da GASA foi inaugurado em 2024 e, em conjunto com o capítulo do México, representa o primeiro da organização na América Latina. Desde o seu lançamento, o Capítulo Brasil estruturou um conselho consultivo multissetorial, reunindo instituições como Google, Nasdaq Verafin e o Ministério Público de Minas Gerais, além de já ter promovido eventos multissetoriais para transformar pesquisa em ação coordenada.

    Espera-se que o Brasil desempenhe um papel cada vez mais relevante nas discussões globais sobre o combate a golpes digitais, especialmente diante da rápida evolução das fraudes. De acordo com o relatório, 8 em cada 10 adultos brasileiros afirmam ter se deparado com uma tentativa de golpe ao longo do ano, com uma média de um golpe a cada dia e meio.

    Sobre a GASA

    A Global Anti-Scam Alliance (GASA) é uma organização sem fins lucrativos cuja missão é proteger os consumidores em todo o mundo contra os golpes online, reduzindo danos financeiros e emocionais. Seu foco de atuação é na promoção do diálogo e da colaboração entre empresas e entidades setoriais. Ao lado de suas 120 instituições associadas, construiu uma rede global de mais de 20 mil profissionais dedicados a compartilhar insights e conhecimentos sobre fraudes com colaboração, pesquisa e ação conjunta, apoiando estratégias de combate ao crime. Anualmente, publica o relatório Global State of Scams, traçando o panorama de fraudes em mais de 40 países, com uma versão exclusiva para o Brasil. Seu principal evento, o Global Anti-Scam Summit, ocorre em três edições anuais, na Europa, nos EUA e na Ásia. 

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