A realização das eleições de 2026 reforça um desafio estrutural da infraestrutura brasileira, garantir conectividade estável em localidades onde as redes terrestres não chegam com a mesma eficiência. A contratação de mais de mil terminais Starlink pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), conforme informações do Tribunal de Contas da União (TCU), evidencia a importância da internet via satélite para viabilizar operações em áreas isoladas. Na Justiça Eleitoral, o TRE do Pará utilizará 390 antenas, enquanto o TRE do Amazonas contará com 420 equipamentos, segundo dados da própria Justiça Eleitoral.

Para Cláudio Calonge, CEO e fundador da Briskcom, empresa com mais de duas décadas de experiência em conectividade via satélite para operações críticas em regiões isoladas, a expansão dessa tecnologia representa uma mudança na forma como organizações públicas e privadas lidam com as limitações geográficas do país. “A conectividade via satélite deixou de ser vista apenas como uma alternativa para situações extremas e passou a ocupar um papel estratégico em operações que dependem de comunicação confiável, mesmo em locais onde a infraestrutura tradicional não está disponível”, afirma.

O avanço de soluções como a Starlink também amplia as possibilidades de conexão em um país de dimensões continentais, especialmente em atividades que exigem comunicação contínua e acesso a sistemas digitais. No entanto, a facilidade de instalação de um terminal não elimina os desafios de operação em escala. Empresas e instituições que utilizam dezenas ou centenas de equipamentos precisam considerar o monitoramento dos links, a gestão dos dispositivos, a segurança da conexão e a disponibilidade de suporte técnico para reduzir interrupções e manter a continuidade das atividades.

Nesse cenário, o dimensionamento adequado dos serviços é outro fator decisivo. A escolha de um plano incompatível com as necessidades da operação pode comprometer o desempenho da conexão ou gerar custos desnecessários. Para organizações que dependem de múltiplos terminais, a gestão centralizada e o acompanhamento contínuo da infraestrutura ajudam a identificar falhas, otimizar recursos e manter a comunicação funcionando em ambientes complexos.

Ao analisar o papel da conectividade via satélite nas eleições e em outras operações distribuídas pelo território nacional, Calonge destaca que a contratação da tecnologia precisa ser acompanhada de planejamento e gestão especializados. “Ter acesso à internet via satélite é apenas o primeiro passo. Para operações críticas, é fundamental dimensionar corretamente os serviços, monitorar os links e contar com suporte e camadas adicionais de segurança, garantindo que a conectividade funcione de acordo com as necessidades de cada operação”, conclui.

A Briskcom está disponível para comentar o uso da conectividade via satélite em operações críticas, os desafios de gerenciamento de múltiplos terminais e os cuidados necessários para dimensionar, monitorar e proteger esse tipo de infraestrutura.

Sobre a Briskcom

A Briskcom é uma provedora de soluções de conectividade via satélite para negócios que operam em locais remotos. Fundada em 2003, a empresa é especializada em projetos complexos para ambientes em missão crítica, oferecendo tecnologia de ponta e suporte personalizado para diversos setores da indústria, sobretudo de energia. Site: www.briskcom.com.br

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