Close Menu
Fatos Amazonas
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Trending
    • Últimos dias para inscrições on-line em projeto gratuito de capacitação para microempreendedores do Norte e Nordeste
    • Luciano Hang recebe Prêmio Libertas no Fórum da Liberdade e fala sobre educação e competitividade do Brasil
    • Teto do MEI deveria estar próximo de R$ 148 mil, avalia ASSIMPI, e proposta de R$ 130 mil já nasce defasada
    • Mercado em transformação exige novas habilidades para as profissões do futuro
    • Porta Curtas exibe com exclusividade obras em competição no Prêmio Grande Otelo 2026
    • Caravana da Páscoa leva atividades culturais ao Centro de Convivência Magdalena Arce Daou
    • IML pede ajuda para encontrar familiares de Cristiano Costa dos Santos
    • O Brasil precisa falar agora sobre alfabetização em IA para pequenos empreendedores
    Facebook X (Twitter) Instagram YouTube
    Fatos AmazonasFatos Amazonas
    • Início
      • Quem Somos
    • Manaus
      • famosos
      • Educação
      • Polícia
      • Política
      • Prefeitura de Manaus
      • Saúde
      • Tecnologia
      • Turismo
    • Amazonas
      • Governo do Amazonas
    • Brasil
    • Mundo
    • Esporte
    • Contato
    Fatos Amazonas
    Home»Manaus»‘A gente conseguiu salvar quem dava. Foi assustador’, diz médico sobre falta de oxigênio nos hospitais
    Manaus

    ‘A gente conseguiu salvar quem dava. Foi assustador’, diz médico sobre falta de oxigênio nos hospitais

    Redação Fatos AMBy Redação Fatos AM15 de janeiro de 2021Updated:15 de janeiro de 2021Nenhum comentário3 Mins Read
    Share
    Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email

    Um médico usou seu perfil do Instagram na noite de quinta-feira, dia 14, para relatar como foi enfrentar a falta de oxigênio no Hospital Universitário Getúlio Vargas (HUGV), em Manaus, anunciada pela manhã, descrevendo o cenário, que atingiu demais unidades de saúde da capital do Amazonas, como “assustador”, que causou “sensação de impotência”, mas sem perder o esforço contínuo por salvar cada vida tanto quanto fosse possível.

    Pacientes morreram por asfixia, enquanto outros precisaram de técnica de respiração manual, exigindo manobras esforçadas dos profissionais de saúde.

    — Foi um momento desesperador — disse Anfremon D’Amazonas. — Tinha muita gente chorando porque os pacientes morriam e você não tinha o que fazer. A gente teve três perdas. De 27 pacientes, a gente perdeu três.

    Cada uma dessas perdas chocou demais a equipe. É aquela sensação de impotência. Você sabe que aquele doente precisa naquele momento de oxigênio e é a única coisa que você não tem para ofertar.

    O profissional contou no vídeo que a equipe fez o que era possível para garantir o bem-estar dos pacientes.

    — A gente tentou, na medida do possível, não deixar ninguém sem (oxigênio). E aqueles que toleravam um pouquinho mais, a gente foi personalizando esse racionamento de acordo com a gravidade e necessidade de cada paciente — afirmou. —

    A deterioração do corpo da pessoa sem o nível adequado de oxigênio é muito rápida. Os doentes dessaturam muito rapidamente, a pressão começa a cair. O doente morre de uma forma muito rápida. Foi bem dramático. Foi assustador.

    Ele parabenizou os demais funcionários do HUGV diante de todo o esforço empregado em um momento tão difícil.

    — Apesar de assustador, a equipe reagiu muito bem a todo o cenário. A gente conseguiu salvar quem dava, cara, quem podia. Infelizmente, não deu pra todo mundo — acrescentou, ainda abalado.

    Aposentada relata irmã sendo ‘ambuzada’ para sobreviver

    Visando a manter pacientes vivos, apesar da falta de balas de oxigênio, a equipe de saúde precisou usar ambus para substituir a ventilação mecânica, por meio de uma técnica manual. Daí vem o termo “ambuzar” os pacientes, como descreveu a técnica de enfermagem aposentada Solange Batista, que tem uma irmã internada no HUGV.

    O relato dela, gravado num vídeo, vem repercutindo nas redes sociais. Nele, ela conta ter sido anunciado pela manhã que o hospital não tinha mais oxigênio e que sua irmã “está sendo ‘ambuzada’ para sobreviver, com uma saturação a menos de 60%”.

    — E não é só ela, é muita gente que está com o mesmo problema — desabafou. — É muita gente. Isso é um descaso. Dentro do hospital federal eu ter que comprar uma bala de oxigênio para paciente? Isso é impossível de acontecer. Espero que as autoridades, o governo, alguém possa nos ajudar. Nós pagamos nossos impostos, nós temos direito a cobrar isso.

    FONTE: EXTRA

    Compartilhe isso:

    • Clique para compartilhar no Facebook(abre em nova janela)
    • Clique para compartilhar no WhatsApp(abre em nova janela)

    Relacionado

    Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn WhatsApp Reddit Tumblr Email
    Redação Fatos AM
    • Website

    Related Posts

    Sine Manaus oferta 424 vagas de emprego nesta sexta-feira, 10/4

    9 de abril de 2026

    Prefeitura de Manaus realiza pesquisa sobre fluxo de veículos na zona Norte da cidade

    9 de abril de 2026

    Manaus investe na qualificação em saúde com imersão formativa no SUS

    9 de abril de 2026
    Leave A Reply Cancel Reply

    Nossas Redes
    • Facebook
    • Twitter
    • Instagram
    • YouTube
    Publicidade
    Demo
    Comentários
      Fatos Amazonas
      Facebook X (Twitter) Instagram
      © 2026 FatosAM. Todos os direitos reservados. Mantido por Jota Conecta

      Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.