Close Menu
Fatos Amazonas
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Trending
    • Governo do Amazonas divulga boletim sobre a cheia no estado, nesta quarta-feira
    • Corpo inflamado: exames periódicos e hábitos auxiliam no controle da condição
    • Ipaam debate gestão hídrica com estados da Amazônia Legal
    • O novo regime jurídico da navegação
    • Imposto de Renda 2026: quais são os riscos de errar ou atrasar a declaração para o terceiro setor?
    • Prefeitura de Manaus destaca importância da consulta de puericultura no crescimento e desenvolvimento das crianças
    •  Seap promove mutirão oftalmológico em duas unidades do sistema prisional da capital 
    • Projeto literário leva contação de histórias a estudantes da zona rural de Manaus
    Facebook X (Twitter) Instagram YouTube
    Fatos AmazonasFatos Amazonas
    • Início
      • Quem Somos
    • Manaus
      • famosos
      • Educação
      • Polícia
      • Política
      • Prefeitura de Manaus
      • Saúde
      • Tecnologia
      • Turismo
    • Amazonas
      • Governo do Amazonas
    • Brasil
    • Mundo
    • Esporte
    • Contato
    Fatos Amazonas
    Home»Manaus»Dengue: Mais de 60% dos criadouros de mosquito Aedes aegypti poderiam ter sido evitados em vistorias semanais
    Manaus

    Dengue: Mais de 60% dos criadouros de mosquito Aedes aegypti poderiam ter sido evitados em vistorias semanais

    Redação Fatos AMBy Redação Fatos AM4 de janeiro de 2024Nenhum comentário3 Mins Read
    FOTOS: Divulgação /FVS-RCP
    Share
    Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email

    Dados leva em consideração mais atualizado informe epidemiológico de dengue no Amazonas

    A Fundação de Vigilância em Saúde – Dra. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP), da Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas, alerta que 66,8% dos criadouros do Aedes aegypti, transmissor de arboviroses, como a dengue, no Amazonas, estão em depósitos de água que poderiam ter sido evitados com a realização de vistorias semanais contra o mosquito.

    A porcentagem refere-se à soma de criadouros em depósitos para armazenamento de água para consumo, em objetos passíveis de remoção ou proteção, como pneus e lixo acondicionado de forma irregular; e depósitos móveis, como vasos/frascos com água, pratos, bebedouros e materiais de construção, como sanitários estocados.

    O quantitativo leva em consideração o mais Informe Epidemiológico da Dengue no Amazonas, atualizado em 28 de dezembro de 2023, disponível em: abre.ai/hNJf.

    Tatyana Amorim, diretora-presidente da FVS-RCP, destaca que o trabalho da eliminação dos criadouros deve ser constante junto à população em ação conjunta com as ações desenvolvidas pelas Secretarias Municipais de Saúde, principalmente no período sazonal da dengue que, no Amazonas, coincide com o período chuvoso, normalmente, registrado de novembro até junho.

    “A Fundação está comprometida em fornecer orientações, recursos e apoio necessários, mas a batalha contra a dengue é de responsabilidade de todos nós. Juntos, gestores e população, podem reduzir significativamente os casos e garantir um ambiente mais saudável para todos no Amazonas”, disse a diretora-presidente da FVS-RCP.

    A desova do Aedes aegypti ocorre com o depósito dos ovos da fêmea no criadouro próximo à superfície da água. Para impedir o processo, é fundamental eliminar todos os potenciais focos do mosquito transmissor. Se isso não for possível, é necessário que todos os locais de armazenamento de água sejam mantidos bem fechados e protegidos com telas e tampas adequadas. 

    A gerente de Doenças de Transmissão Vetorial (GDTV-Dengue) no Departamento de Vigilância Ambiental (DVA) na FVS-RCP, Luzia Mustafa, acrescenta que é importante lavar, com escova ou palha de aço, as paredes dos recipientes que não podem ser eliminados, onde o ovo do mosquito pode permanecer grudado.

    “Orientamos, aos moradores, realizar uma vistoria em suas residências, pelo menos uma vez por semana, em todos os tipos de depósitos que podem acumular água, tornando-se possíveis criadouros. É preciso observar os depósitos de armazenamento de água, lavar uma vez por semana para eliminar os ovos do mosquito e os depósitos passíveis de remoção. Essa é a melhor maneira de evitar a transmissão de dengue”, acrescenta a gerente.

    Vistoria semanal

    Para evitar a proliferação do mosquito transmissor de arboviroses, a orientação é que a população aplique a estratégia dos 10 minutos de vistoria por semana de possíveis criadouros do mosquito para manter a casa, ambiente de trabalho e escola livre do mosquito. A inspeção nas casas é uma medida simples e pode ser implementada no cotidiano.

    Contato para imprensa: Assessoria de Comunicação da Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas Dra. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP)

    Compartilhe isso:

    • Clique para compartilhar no Facebook(abre em nova janela)
    • Clique para compartilhar no WhatsApp(abre em nova janela)

    Relacionado

    Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn WhatsApp Reddit Tumblr Email
    Redação Fatos AM
    • Website

    Related Posts

    Sine Manaus oferta 516 vagas de emprego nesta quinta–feira, 9/4

    8 de abril de 2026

    Interior do Amazonas tem potencial travado e precisa de liberdade para crescer, afirma Marcelo Palhano em Humaitá

    8 de abril de 2026

    Ação integrada da prefeitura combate ocupação irregular de vagas do Zona Azul no Centro

    7 de abril de 2026
    Leave A Reply Cancel Reply

    Nossas Redes
    • Facebook
    • Twitter
    • Instagram
    • YouTube
    Publicidade
    Demo
    Comentários
      Fatos Amazonas
      Facebook X (Twitter) Instagram
      © 2026 FatosAM. Todos os direitos reservados. Mantido por Jota Conecta

      Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.