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    Home»Saúde»Depois do câncer de mama, ainda posso ser mãe? Pesquisa do CEUB aponta esperanças em mulheres em tratamento oncológico
    Saúde

    Depois do câncer de mama, ainda posso ser mãe? Pesquisa do CEUB aponta esperanças em mulheres em tratamento oncológico

    Redação Fatos AMBy Redação Fatos AM14 de outubro de 2025Nenhum comentário4 Mins Read
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    Em mês dedicado à conscientização sobre o câncer de mama, estudo reforça que preservar a fertilidade é um gesto de autonomia feminina

    Outubro é o mês de lembrar que o diagnóstico de câncer de mama — o tipo mais comum entre as mulheres no Brasil — não precisa significar o fim dos sonhos. Mesmo com o avanço das terapias e o aumento das taxas de cura e sobrevida, os efeitos colaterais do tratamento ainda ameaçam um dos desejos mais profundos de muitas mulheres: o de gerar um filho. Pesquisa de Medicina do Centro Universitário de Brasília (CEUB) traz uma boa notícia: o congelamento de óvulos é uma alternativa possível, segura e eficaz para pacientes com câncer de mama que desejam preservar a fertilidade.

    Embora a taxa de sobrevida em cinco anos já alcance 74%, desigualdades no acesso ao diagnóstico precoce e ao tratamento ainda impactam os resultados, principalmente em regiões com menor estrutura hospitalar. Diante desse cenário, a pesquisa do CEUB representa um passo importante ao reunir evidências sobre a chamada oncofertilidade — área que integra oncologia e reprodução assistida.

    A revisão sistemática conduzida pelas estudantes Luana Rafael e Isabela Pedersoli demonstrou que mulheres com câncer de mama obtêm resultados reprodutivos semelhantes aos de mulheres saudáveis quando submetidas a protocolos de estimulação hormonal ajustados com medicamentos de proteção mamária. Os resultados reforçam que preservar a fertilidade é possível, seguro e deve ser reconhecido como um direito reprodutivo. 

    “O que mais nos chamou a atenção foi a consistência dos resultados: tanto o total de óvulos quanto os maduros recuperados são comparáveis entre pacientes oncológicas e mulheres saudáveis. Isso traz segurança ao aconselhamento médico e esperança para quem sonha em ser mãe”, destaca Luana Rafael, autora da pesquisa e aluna do 9º semestre de Medicina. 

    A pesquisa pode subsidiar políticas públicas que garantam o acesso à criopreservação antes do início do tratamento oncológico, reduzindo desigualdades e ampliando a dignidade das mulheres em idade fértil. “O impacto é duplo: fortalece o direito das pacientes e organiza a base científica para que novos avanços sejam possíveis”, afirma Isabela. “O estudo mostra que a maternidade após o câncer é uma possibilidade real. Preservar a fertilidade deve ser entendido como parte do direito à vida plena”, concluem as pesquisadoras. 

    O orientador da pesquisa e professor do CEUB, Bruno Ramalho, ressalta que ainda há desafios a vencer: “Precisamos confirmar, cada vez mais, a segurança oncológica da estimulação ovariana e também da gravidez após a remissão da doença. Apesar das evidências positivas, o receio de interferir no prognóstico ainda limita o encaminhamento das pacientes para a reprodução assistida”.

    Desafios e próximos passos

    Apesar do potencial, persistem barreiras como o tempo curto entre o diagnóstico e o início da quimioterapia, os custos elevados e o medo de comprometer o tratamento. Para as autoras, o estudo oferece base científica para incluir a orientação em oncofertilidade na jornada de cuidado das pacientes e justificar linhas de financiamento específicas. 

    Segundo Ramalho, já existem serviços de oncologia no Brasil e no mundo sensíveis ao tema e que incorporam a orientação sobre fertilidade em seus protocolos de atendimento. “Essa orientação precisa ocorrer o mais cedo possível, para que haja tempo hábil para a coleta de óvulos sem prejudicar o tratamento oncológico”, completa o docente do CEUB.

    Metodologia

    A pesquisa seguiu as diretrizes internacionais PRISMA 2020, revisando 64 publicações científicas. Após a aplicação de critérios rigorosos, 18 estudos foram incluídos na análise final, avaliando o número e a maturidade dos óvulos, as taxas de fertilização, gravidez e nascimento de bebês vivos. “Embora o congelamento de óvulos já seja a técnica de escolha para preservação da fertilidade, ainda é uma prática recente nas clínicas. Nosso estudo organiza evidências e ajuda médicos e pacientes a tomarem decisões mais seguras”, finaliza Isabela Pedersoli.

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