Close Menu
Fatos Amazonas
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Trending
    • Novos reservatórios do Prosai vão ampliar em até 45 vezes a capacidade de armazenamento de água em Parintins
    • Prefeitura de Manaus intensifica limpeza na zona Sul e retira 5 toneladas de lixo de bueiros
    • Prefeitura celebra Dia da Água com conjunto de entregas da gestão ambiental e avanço da revitalização do Parque do Mindu 
    • Projeto do novo Bumbódromo de Parintins, apresentado pelo Governo do Amazonas, prevê ampliação e padrões internacionais
    • Mais de 23 mil candidatos se inscrevem em concurso do Ipaam; locais de prova estão disponíveis
    • Lançamento Parintins 2026: Sejusc credenciou mais de 600 crianças e adolescentes para o evento
    • Parintins Galeria Cidade Aberta: Artistas veem projeto transformar cenários e fortalecer nova geração da arte urbana 
    • Polícia Militar do Amazonas prende trio e recupera 135 celulares furtados de empresa
    Facebook X (Twitter) Instagram YouTube
    Fatos AmazonasFatos Amazonas
    • Início
      • Quem Somos
    • Manaus
      • famosos
      • Educação
      • Polícia
      • Política
      • Prefeitura de Manaus
      • Saúde
      • Tecnologia
      • Turismo
    • Amazonas
      • Governo do Amazonas
    • Brasil
    • Mundo
    • Esporte
    • Contato
    Fatos Amazonas
    Home»Política»Marina Silva defende modelo de desenvolvimento comum para Amazônia
    Política

    Marina Silva defende modelo de desenvolvimento comum para Amazônia

    Redação Fatos AMBy Redação Fatos AM5 de agosto de 2023Nenhum comentário3 Mins Read
    © Shutterstock
    Share
    Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email

    Na abertura dos Diálogos Amazônicos, a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, destacou que o objetivo da Cúpula da Amazônia é estabelecer “um mandato” para que os países da região trabalhem conjuntamente em busca de um modelo de desenvolvimento que propicie a sustentabilidade em todas as suas dimensões.  

    Os Diálogos Amazônicos são um evento prévio à Cúpula da Amazônia. Ambos ocorrem em Belém, sendo os Diálogos responsáveis peça produção das propostas da sociedade civil a serem apresentadas aos presidentes dos países amazônicos participantes da cúpula.

    “É uma expectativa muito grande de, em plena mudança climática, de destruição avançada da nossa floresta, de todas as formas de criminalidade, do garimpo ilegal, a gente possa sair daqui com uma declaração que vai nos trazer esperança”, destacou a ministra na abertura dos Diálogos Amazônicos. Marina Silva disse esperar que, a partir da cúpula, possa trabalhar em conjunto com os ministros do meio Ambiente dos demais países amazônicos.  

    A Cúpula da Amazônia reúne os países da Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA), organização criada em 1978, que estava há 14 anos sem uma reunião. Formada por Brasil, Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana, Peru, Suriname e Venezuela, a OTCA forma o único bloco socioambiental da América Latina. O governo brasileiro convidou para Cúpula a Guiana Francesa, que não está na OTCA, mas detém territórios amazônicos, além da Indonésia e do Congo, países com grandes florestas tropicais ainda em pé.  

    O ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Márcio Macêdo, responsável pela organização dos Diálogos Amazônicos, defendeu que “a participação social é o centro da criação de um projeto coletivo” e informou que o evento produzirá relatórios a serem apresentados aos presidentes da Cúpula.

    Também presente na abertura dos Diálogos, o governador do Pará, Helder Barbalho, disse que os Diálogos e a Cúpula são “o pontapé inicial para que, em 2025, Belém seja a capital do mundo nas discussões das mudanças climáticas do planeta”. Programada para novembro de 2025, a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas, a COP 30, será realizada também na capital paraense.  

    O prefeito de Belém, Edmilson Rodrigues, afirmou que não é mais aceitável que o mundo fale da Amazônia sem a participação da população da região. “Não somos uma região sem gente. São 30 milhões de seres humanos de centenas de etnias, com muitas vozes que se expressam em línguas diferentes, mais de 300 línguas. Os amazônidas amam a humanidade, querem um projeto para toda a humanidade, têm consciência de que a Amazônia é fundamental para isso, mas não aceitamos que a voz dos amazônidas não seja considerada quando se trata de pensar o futuro em nome da Amazônia”, afirmou. 

    Noticia ao Minuto

    Compartilhe isso:

    • Clique para compartilhar no Facebook(abre em nova janela)
    • Clique para compartilhar no WhatsApp(abre em nova janela)

    Relacionado

    Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn WhatsApp Reddit Tumblr Email
    Redação Fatos AM
    • Website

    Related Posts

    Professora Maria do Carmo lidera crescimento, ultrapassa adversários e encurta distância para Omar

    19 de março de 2026

    Núcleo de Relações Internacionais da Aleam apresenta anteprojeto para fortalecer atuação internacional do Amazonas

    18 de março de 2026

    Emenda Parlamentar de Cabo Maciel apoia jiu-jitsu em Itacoatiara e na Região Metropolitana de Manaus

    18 de março de 2026
    Leave A Reply Cancel Reply

    Nossas Redes
    • Facebook
    • Twitter
    • Instagram
    • YouTube
    Publicidade
    Demo
    Comentários
      Fatos Amazonas
      Facebook X (Twitter) Instagram
      © 2026 FatosAM. Todos os direitos reservados. Mantido por Jota Conecta

      Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.