Close Menu
Fatos Amazonas
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Trending
    • A Corte no palanque: o custo institucional do STF nos bastidores da Política
    • Liderança feminina: formação cresce, mas ainda enfrenta barreiras estruturais nas empresas
    • Licitação milionária fracassa e deixa acesso às Ruínas de Paricatuba, em Iranduba, sem solução
    • Endividamento recorde reforça necessidade urgente de educação financeira no Brasil
    • O custo do trabalho e o futuro do emprego no Brasil
    • Os poderes de uma CPI de acordo com a Constituição
    • Brasil lidera uso do celular em apostas na América Latina
    • Aprender Conectado leva internet de alta velocidade para 22 mil escolas 
    Facebook X (Twitter) Instagram YouTube
    Fatos AmazonasFatos Amazonas
    • Início
      • Quem Somos
    • Manaus
      • famosos
      • Educação
      • Polícia
      • Política
      • Prefeitura de Manaus
      • Saúde
      • Tecnologia
      • Turismo
    • Amazonas
      • Governo do Amazonas
    • Brasil
    • Mundo
    • Esporte
    • Contato
    Fatos Amazonas
    Home»Mundo»Dipirona será investigada na Europa por efeito colateral grave; veja qual
    Mundo

    Dipirona será investigada na Europa por efeito colateral grave; veja qual

    Redação Fatos AMBy Redação Fatos AM17 de junho de 2024Nenhum comentário3 Mins Read
    Foto: Reprodução
    Share
    Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email

    A Dipirona, remédio popular no Brasil para tratar dores no corpo e febre, é investigada na Europa pelo risco de agranulocitose, que trata-se da diminuição dos glóbulos brancos o que pode provocar infecções graves e até fatais. O comunicado foi feito pela “European Medicines Agency” (Agência de Medicamentos da Europa), na sexta-feira (14 de junho).

    O risco deste efeito colateral já é alertado na bula do remédio, a base de metamizol. Porém, segundo a AME, a agência está preocupada que as medidas em vigor não sejam suficientes para evitar os casos, que ainda são considerados raros:

    “A informação dos vários medicamentos que contêm metamizol lista atualmente a agranulocitose como um efeito secundário raro (que ocorre em até 1 em 1.000 pessoas) ou como um efeito secundário muito raro (que ocorre em até 1 em 10.000 pessoas). As medidas em vigor para minimizar este risco variam entre os países”, diz o comunicado.


    A investigação foi aberta após um pedido da Finlândia, que chegou a retirar o remédio do mercado após crescentes notificações de casos de agranulocitose com metamizol no país. 

    O comitê de segurança da Europa agora vai avaliar o impacto do medicamento na relação benefício-risco e, após a investigação, emitirá um comunicado dizendo se recomenda manter, alterar ou até suspender o uso do remédio no continente.

    O medicamento


    A dipirona é consumida na União Europeia desde a década de 1920 e pode ser usada por via oral, supositório ou injeção. O uso do medicamento é autorizado sem restrição no Brasil e em vários países da Europa como: Áustria, Bélgica, Bulgária, Croácia, República Checa, Alemanha, Hungria, Itália, Letónia, Lituânia, Luxemburgo, Países Baixos, Polónia, Portugal, Roménia, Eslováquia, Eslovénia e Espanha. 


    Já em mais de 30 países, como o  Japão, Austrália, Reino Unido e Estados Unidos a venda do remédio é proibida, justamente por causa de estudos que apontam a queda dos glóbulos brancos.

    Popular no Brasil

    Segundo o Anuário Estatístico do Mercado Farmacêutico, divulgado no 2º semestre de 2023, o remédio foi o quarto mais vendido no Brasil em 2022. Já a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), estima que 93,5 milhões de doses foram vendidas no país no início de 2023.


    Em 2001, a Anvisa fez um evento com a participação de cientistas de todo mundo e concluiu que o remédio é eficaz como antitérmico e analgésico, e que os riscos para os brasileiros eram iguais ou menores com os de de outros remédios a venda no mercado.


    “A dipirona, como qualquer outro medicamento, não é isenta de riscos relacionados ao seu uso, entretanto, seu perfil de segurança é bem estabelecido e o benefício do uso conforme as condições aprovadas em bula superam os riscos conhecidos relacionados ao uso”, disse na época.

    O último estudo mais recente no país sobre o medicamento foi em 2008, quando foram analisados os casos de agranulocitose no Brasil, Argentina e México. Das 548 milhões de pessoas que participaram da pesquisa, 52 tiveram a doença, o que equivale a 0,38 casos por milhão, taxa considerada muito baixa.

    O Tempo

    Compartilhe isso:

    • Clique para compartilhar no Facebook(abre em nova janela)
    • Clique para compartilhar no WhatsApp(abre em nova janela)

    Relacionado

    Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn WhatsApp Reddit Tumblr Email
    Redação Fatos AM
    • Website

    Related Posts

    Violação do cessar-fogo: Hamas encena descoberta de corpos de reféns israelenses e realiza ataque contra FDI em Rafah

    28 de outubro de 2025

    Médicos Sem Fronteiras pede a libertação imediata do nosso colega detido

    20 de outubro de 2025

    Espanha lidera ranking global de vistos para nômades digitais

    14 de outubro de 2025
    Leave A Reply Cancel Reply

    Nossas Redes
    • Facebook
    • Twitter
    • Instagram
    • YouTube
    Publicidade
    Demo
    Comentários
      Fatos Amazonas
      Facebook X (Twitter) Instagram
      © 2026 FatosAM. Todos os direitos reservados. Mantido por Jota Conecta

      Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.