Close Menu
Fatos Amazonas
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Trending
    • MPAM realiza vistoria anual na Apae Manaus e reforça necessidade de avanços e parcerias
    • Manausprev leva educação financeira e previdenciária a estudantes de Direito em ação nacional
    • Ageman vistoria abastecimento irregular de água no conjunto Francisca Mendes 2
    • Detran-AM autua condutor de caminhão que colidiu contra poste de iluminação na zona leste da capital
    • FVS-RCP realiza 9ª edição da campanha ‘Cuidados com Medicamentos e os Riscos da Automedicação’
    • Fórum da Internet no Brasil discute governança digital em Belém a partir da próxima segunda-feira
    • Sine Amazonas divulga 277 vagas de emprego para esta quinta-feira
    • Universo Geek Museu celebra 10ª edição com programação gratuita e atrações nacionais neste fim de semana
    Facebook X (Twitter) Instagram YouTube
    Fatos AmazonasFatos Amazonas
    • Início
      • Quem Somos
    • Manaus
      • famosos
      • Educação
      • Polícia
      • Política
      • Prefeitura de Manaus
      • Saúde
      • Tecnologia
      • Turismo
    • Amazonas
      • Governo do Amazonas
    • Brasil
    • Mundo
    • Esporte
    • Contato
    Fatos Amazonas
    Home»Polícia»Operação ‘Covil do Mamon’: Polícia Civil do Amazonas prende 20 investigados por agiotagem, extorsão e lavagem de dinheiro
    Polícia

    Operação ‘Covil do Mamon’: Polícia Civil do Amazonas prende 20 investigados por agiotagem, extorsão e lavagem de dinheiro

    Redação Fatos AMBy Redação Fatos AM20 de maio de 2026Nenhum comentário4 Mins Read
    Share
    Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email

    As investigações para combater o núcleo da organização criminosa ultrapassaram as fronteiras do Amazonas, alcançando estados da Paraíba, Roraima e Santa Catarina

    As Forças de Segurança do Amazonas, por meio da Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), prenderam, nesta quarta-feira (20/05), 20 investigados por agiotagem, extorsão e lavagem de dinheiro de R$ 24 milhões, como parte da Operação “Covil do Mamon”. Os envolvidos integram duas organizações criminosas responsáveis, ainda, por homicídios consumados e tentados, tortura, sequestro e cárcere privado. Entre eles, dois são policiais militares e foram capturados no estado de Santa Catarina.

    “Na manhã de hoje (quarta-feira), a Polícia Civil realizou mais uma investigação qualificada para combater dois núcleos de organizações criminosas, que estavam voltadas para auferir lucro através de extorsão e agiotagem. Essa operação foi coordenada pelo Departamento de Polícia Metropolitana. (…) O núcleo operacional, o núcleo financeiro e o núcleo mandatário dessas organizações foram presos e responderão por uma série de crime”, afirmou o delegado-geral da PC-AM, Bruno Fraga.

    A desarticulação dos grupos contou com apoio dos departamentos de Polícia Metropolitana (DPM), Inteligência de Polícia Civil (DIPC) e Polícia Técnico Científica (DPTC), além da Secretaria de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM) e Polícia Militar do Amazonas (PMAM). A ação conjunta entre as Forças de Inteligência e de Segurança, inclusive, foi essencial para a prisão dos dois policiais militares em Santa Catarina.

    “O trabalho conjunto, esse esforço de comunicação entre as agências de inteligência, o nosso núcleo de inteligência da Polícia Civil, foi fundamental para que nós conseguíssemos localizá-los no estado de Santa Catarina e a prisão foi efetuada”, completou o delegado-geral da PC-AM.

    A PC-AM cumpriu 31 mandados de busca e apreensão e o sequestro de 42 veículos e sete imóveis, além do bloqueio judicial de contas bancárias e suspensão das atividades de sete pessoas jurídicas ligadas aos investigados.

    “A investigação foi exitosa porque conseguiu identificar toda a cadeia criminosa e todos os responsáveis por cada etapa da cadeia criminosa. Uma vez que nós alcançamos o núcleo diretivo, o núcleo operacional, núcleo logístico e o núcleo financeiro da organização criminosa. Então, estão presas as lideranças, estão presos os cobradores, estão presos aqueles que abastecem de insumos a organização criminosa, através da logística de veículos, logística de armas e, também, alcançamos aqueles que executam as ações diretas e criminosas de cobranças a juros exorbitantes”, disse o delegado do 20º Distrito Integrado de Polícia (DIP), responsável pela investigação, Fernando Bezerra.

    Esquema

    De acordo com as investigações, os grupos criminosos operavam um esquema de empréstimos e juros exorbitantes, no qual o não pagamento nas datas estipuladas resultava em um sistema organizado de cobranças violentas. As vítimas eram submetidas a ameaças, extorsões, tortura, sequestros e, em alguns casos, homicídios.

    “É importante lembrar que não se trata de simples empréstimos. São, na realidade, casos de empréstimos a juros abusivos, extorsivos. Temos casos de R$ 150 emprestados que se tornaram R$ 45 mil de dívida. Temos casos que a dívida progrediu em uma progressão que não se justifica para mais de R$ 400 mil. É uma forma extremamente inescrupulosa de cobranças através de lesão corporal, ameaças acintosas. Temos catalogados homicídios, também derivados desses atos de cobrança”, relatou o delegado Fernando Bezerra.

    As investigações também identificaram que o esquema de lavagem de dinheiro ultrapassava as fronteiras do Amazonas, alcançando os estados da Paraíba e Roraima, além de Santa Catarina – onde os policiais militares foram presos, na manhã desta quarta-feira (20/05). Dos 20 presos, sete foram interceptados em Manaus e 13 fora do Amazonas. Durante a operação, foram apreendidos ainda diversos itens utilizados pelas organizações.

    “Aqui, nós temos armas de fogo, nós temos espadas, nós temos também mídias em geral, computadores, celulares. Nós vamos fazer uma avaliação acerca de todo esse material para, justamente, averiguar se ainda há outros alvos a serem incluídos nessa investigação, porque nós temos consciência de que a investigação não para por aí e vem a segunda fase (dessa investigação)”, concluiu o delegado do 20º DIP.

    Conforme o diretor de comunicação da PMAM, major Andrey Oliveira, os policiais militares presos já respondiam a processo criminal e estavam suspensos das atividades policiais. “Reafirmamos que Polícia Militar do Amazonas não compactua com esses casos de corrupção policial. Eles já respondiam a um processo administrativo disciplinar anterior e aguardaremos o desfecho dessa investigação da Polícia Civil, desse novo caso, para colocar ação administrativa novamente em cima desses policiais e, quem sabe, conseguir a exclusão de policiais que não compactuam com o dever da Polícia Militar, de preservar a união pública e de ser uma instituição correta de segurança”, enfatizou.

    FOTO: Arthur Castro/Secom

    Compartilhe isso:

    • Clique para compartilhar no Facebook(abre em nova janela)
    • Clique para compartilhar no WhatsApp(abre em nova janela)

    Relacionado

    Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn WhatsApp Reddit Tumblr Email
    Redação Fatos AM
    • Website

    Related Posts

    Detran-AM autua condutor de caminhão que colidiu contra poste de iluminação na zona leste da capital

    20 de maio de 2026

    PC-AM prende suspeito de estuprar, descumprir medida protetiva e manter ex-companheira em cárcere privado

    20 de maio de 2026

    Segurança Presente: Forças de Segurança prendem homem por tráfico de drogas em Canutama

    20 de maio de 2026
    Leave A Reply Cancel Reply

    Nossas Redes
    • Facebook
    • Twitter
    • Instagram
    • YouTube
    Publicidade
    Demo
    Comentários
      Fatos Amazonas
      Facebook X (Twitter) Instagram
      © 2026 FatosAM. Todos os direitos reservados. Mantido por Jota Conecta

      Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.