Mudanças nas famílias, nas relações de trabalho e na tecnologia transformaram os serviços domésticos em parte da nova rotina dos brasileiros
Em 2011, contratar uma diarista costumava depender da indicação de um amigo ou vizinho. O Pix ainda não existia, o trabalho remoto era exceção e o Brasil tinha uma população mais jovem. Quinze anos depois, mudanças demográficas, tecnológicas e no mercado de trabalho transformaram a forma como milhões de brasileiros organizam a rotina dentro de casa.
O envelhecimento da população, o crescimento dos lares unipessoais e uma nova relação com o tempo fizeram com que serviços domésticos deixassem de atender apenas necessidades pontuais para se tornarem parte da organização do dia a dia.
Dados do IBGE mostram que pessoas com 60 anos ou mais já representam 16,6% da população brasileira, enquanto os domicílios com apenas um morador chegaram a 18,94% em 2024. Essa combinação ampliou a procura por serviços de limpeza, cuidadores e profissionais que ajudam idosos e pessoas que vivem sozinhas a manter autonomia e qualidade de vida.
Ao mesmo tempo, a expansão do trabalho híbrido e remoto aproximou vida profissional e rotina doméstica, aumentando a valorização de serviços que liberam tempo e contribuem para o bem-estar. A participação feminina no mercado de trabalho, apontada pela PNAD Contínua do IBGE, também impulsionou uma reorganização das responsabilidades familiares e ampliou a demanda por apoio doméstico.
A tecnologia acelerou essa transformação. Indicações informais deram lugar a plataformas digitais, agendamentos online e pagamentos instantâneos, tornando a contratação mais rápida, prática e segura.
Para José Roberto Campanelli, diretor da rede de intermediação de serviços domésticos Mary Help, a principal mudança aconteceu na forma como as pessoas passaram a enxergar o próprio tempo. “Quando começamos, muitas famílias recorriam à diarista apenas em situações específicas. Hoje esse serviço faz parte da organização da rotina de milhares de brasileiros. As pessoas perceberam que cuidar da casa também significa ganhar tempo para o trabalho, para a família e para a própria qualidade de vida.”
O próprio setor também se profissionalizou, com maior investimento em capacitação, padronização e intermediação. Esse movimento aparece no franchising. A Pesquisa de Desempenho da Associação Brasileira de Franchising (ABF) mostra que o setor faturou R$ 72,7 bilhões no primeiro trimestre de 2026, alta de 10,1% sobre o mesmo período do ano anterior. Entre os segmentos que mais cresceram está Limpeza e Conservação, com avanço de 13,8%, impulsionado pela maior demanda por serviços especializados.
Ao acompanhar essa evolução, a Mary Help expandiu sua atuação para mais de 190 franquias, passou a intermediar cerca de 700 mil diárias por ano e reúne atualmente mais de 10 mil profissionais parceiras.
Para Campanelli, a próxima década deve consolidar uma tendência que já se tornou evidente. “A tecnologia continuará simplificando processos, mas a confiança permanecerá no centro dessa relação. Quando alguém abre a porta de casa para um profissional, a credibilidade continua sendo tão importante quanto a praticidade.”
Quinze anos depois, a tecnologia mudou a forma de contratar serviços, as famílias reorganizaram a rotina e o tempo passou a ser um dos ativos mais valorizados do cotidiano. Nesse processo, os serviços domésticos consolidaram seu espaço como parte da organização da vida moderna.
Sobre a Mary Help
A Mary Help faz cerca de 700 mil diárias por ano e tem cadastradas mais de 10 mil diaristas preparadas para atender os clientes de forma prática, rápida e segura. Para saber mais, acesse https://www.maryhelp.com.br/seja-um-franqueado/ ou entre em contato pelo WhatsApp: 17 98808-9550.




