A busca por proteção para eletrônicos e bens de uso diário cresce à medida que esses itens se tornam indispensáveis para trabalho, mobilidade e renda
Durante muito tempo, o seguro foi associado principalmente à proteção de carros, imóveis e empresas. Hoje, no entanto, uma nova tendência tem ganhado força no mercado: a busca por cobertura para bens que acompanham os brasileiros diariamente, como celulares, notebooks e tablets.
A mudança reflete uma transformação na forma como a população enxerga patrimônio. Mais do que o valor financeiro de um bem, cresce a preocupação com o impacto que sua perda pode causar na rotina, no trabalho e até na renda das pessoas.
O movimento encontra respaldo em uma realidade cada vez mais presente no país. Segundo dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, dois celulares são roubados ou furtados por minuto no Brasil. Apenas em 2024, foram registrados mais de 917 mil casos envolvendo esses aparelhos, evidenciando o tamanho do problema e os prejuízos que vão além da substituição do equipamento.
Para Gustavo Zanon, CEO da Seguralta, o avanço desse tipo de proteção acompanha uma mudança importante no comportamento do consumidor. “Quando falamos de um celular hoje, não estamos falando apenas de um aparelho eletrônico. Estamos falando de acesso a bancos, documentos, contatos profissionais, aplicativos de trabalho e informações pessoais. Muitas vezes, a perda desse equipamento afeta diretamente a vida financeira e profissional do usuário”, afirma.
A digitalização acelerada dos últimos anos transformou dispositivos eletrônicos em ferramentas indispensáveis para milhões de brasileiros. O celular se tornou carteira digital, agência bancária, escritório e meio de comunicação ao mesmo tempo. Já notebooks e tablets passaram a ser fundamentais para profissionais autônomos, empreendedores e trabalhadores em regime híbrido ou remoto.
Segundo Gustavo Zanon, essa mudança demonstra que o conceito de patrimônio evoluiu. “Durante muito tempo, o mercado segurador esteve focado na proteção de grandes bens. Hoje, percebemos que patrimônio é tudo aquilo que tem valor para a continuidade da vida das pessoas. Um notebook pode representar o trabalho de um profissional. O valor vai muito além do preço do produto”, explica.
O setor de seguros tem acompanhado essa transformação com o desenvolvimento de coberturas mais específicas e acessíveis. A oferta de produtos voltados para eletrônicos, equipamentos portáteis e bens de uso cotidiano cresceu nos últimos anos, acompanhando a demanda de consumidores que buscam proteção personalizada para suas necessidades.
Para Gustavo, a tendência deve continuar ganhando força à medida que a sociedade se torna mais conectada e dependente da tecnologia. “O consumidor moderno busca soluções que façam sentido para sua realidade. As pessoas não querem proteger apenas os bens mais caros, mas aquilo que faz falta quando deixa de estar disponível. É essa mudança de percepção que está impulsionando uma nova fase do mercado de seguros”, destaca.
Mais do que uma ampliação das opções de cobertura, o movimento revela uma mudança cultural. Em uma sociedade cada vez mais digital, conectada e móvel, proteger o patrimônio deixou de significar apenas preservar grandes bens e passou a representar a garantia da continuidade da rotina. E, para muitos brasileiros, isso começa justamente pelos objetos que estão ao alcance das mãos todos os dias.
Sobre a Seguralta
Com mais de 57 anos no mercado, a Seguralta é a maior rede de franquias de seguros do Brasil, com mais de 2.000 unidades comercializadas nos modelos home, office, basic e standard. Presente em todo o território nacional, a marca já atendeu mais de 270 mil clientes. Para mais informações sobre franquias ou cotações, acesse http://www.seguralta.com.br.




