A ordem de busca e apreensão foi assinada pelo ministro Alexandre de Moraes.Marcelo Camargo/Agência Brasil
A ação durou das 7 horas da manhã até as 8h30 e foi acompanhada por duas testemunhas. No total, participaram cinco agentes nas buscas.
O movimento foi feito pela manutenção da prisão domiciliar de Bolsonaro e pela apreensão de uma arma encontrada com um integrante do Gabinete de Segurança Institucional (GSI).
De acordo com o Exército, duas armas listadas na decisão de Moraes não estavam custodiadas pelo batalhão. Os itens correspondem a uma pistola Glock 9mm e a uma espingarda calibre 12. A corporação afirmou que os demais itens solicitados já foram encaminhados à PF, juntamente com outros materiais documentados.
As armas
Uma das armas não encontradas pelo Exército possui a mesma numeração da pistola apreendida com o integrante do GSI. Já sobre a segunda arma, uma espingarda Maestro Arms Company, calibre 12, a defesa de Bolsonaro afirma que foi recebida pelo ex-presidente como presente, mas nunca chegou a ser retirada da sede da empresa Maragato BR Importações de Artigos Bélicos, localizada em Caxias do Sul (RS).
A defesa solicitou que o STF oficie a importadora gaúcha para confirmar a custódia e providenciar a entrega direta às autoridades.




