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    Home»Cultura»Consciência Negra: Seas realiza ações de valorização e de combate ao racismo para frequentadores dos centros de convivência
    Cultura

    Consciência Negra: Seas realiza ações de valorização e de combate ao racismo para frequentadores dos centros de convivência

    Redação Fatos AMBy Redação Fatos AM19 de novembro de 2025Nenhum comentário4 Mins Read
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    Programação teve como foco um chamado à reflexão e a contribuição das pessoas negras ao longo da história e lutas por igualdade

    Como parte das atividades do Dia da Consciência Negra, celebrado no dia 20 de novembro, o Governo do Amazonas, por intermédio da Secretaria de Estado da Assistência Social e Combate à Fome (Seas), realizou nesta quarta-feira (19/11), uma programação variada nos Centros Estaduais de Convivência da Família (CECFs) e do Idoso (Ceci Aparecida).

    As atividades nos espaços contaram com roda de conversa, oficina de pintura, arte terapia, apresentações de dança e música voltada para a reflexão e valorização da cultura afro-brasileira em homenagem ao líder negro Zumbi dos Palmares, morto nesse dia, em 1695, se tornando um símbolo de resistência e luta.

    O Centro Estadual de Convivência da Família (CECF) Magdalena Arce Daou, bairro Santo Antônio, zona oeste, realizou uma roda de conversa, ministrada pela militante da causa negra, Letícia Alves, gerente de Promoção da Igualdade Racial, da Secretaria de Justiça e Direitos Humanos e Cidadania (Sejusc), que destacou a campanha “21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência e do Racismo contra as Mulheres”, criada recentemente.

    “Se trata de uma campanha nacional, que vai de 20 de novembro a 10 de dezembro, coordenada pelo Ministério das Mulheres em articulação com as secretarias estaduais e órgãos de políticas para as mulheres em todo o país, visando combater o racismo, problema que precisa ser tratado em todas as esferas governamentais, inclusive nas escolas”, disse Leticia Alves.

    Trazendo nas veias sangue africano, Antônia Sueli de Souza Nascimento participou da roda de conversa e considerou a atividade produtiva e esclarecedora. Ela admite não ter passado por nenhuma crime de racismo, mas uma sobrinha não teve o mesmo destino.

    “Minha sobrinha estudou, se formou e ao participar de uma seleção de emprego foi informada de que a vaga não era para pessoas negras, o que a deixou traumatizada e nunca mais procurou emprego. Hoje vive da produção de bolos, que faz por encomenda, optando por trabalhar em casa”, disse Antônia.

    Na programação do CECF foi incluída também uma apresentação de Capoeira, como símbolo de combate e resistência, pois a atividade faz parte da identidade cultural brasileira, sendo reconhecida mundialmente como uma prática que une o esporte e a arte.

    De origem peruana, Socorro Costa, há três anos faz atividades no CECF – academia e caratê -, foi uma das participantes da apresentação de capoeira e também da roda de conversa.

    “Gosto de participar dessas atividades, importantes para cultivar minhas raízes africanas”, disse Socorro Costa, ressaltando que as pessoas é quem criam o preconceito. “Deus criou todos iguais, sem diferença de cor e raça, o ser humano que criou tudo isso”, lamentou.

    Reconhecimento

    Para a secretária da Seas, Kely Patrícia, essas atividades realizadas nos Centros Estaduais de Convivência, em celebração à Consciência Negra, são incentivadas pelo Governo do Amazonas, como reconhecimento à luta das pessoas negras, ao longo da história deste país.

    “Os negros têm uma importância fundamental na cultura afro-brasileira, seja através da dança, música, culinária, uma riqueza cultural trazida pela diáspora africana”, menciona Kely Patrícia.

    A coordenadora dos Centros de Convivência, Rita Abecassis, afirma que devido ao grande número de frequentadores, nos sete parelhos sociais administrados pela Seas, a programação do Dia da Consciência Negra, não tinha como ser diferente, haja vista a rica contribuição dos africanos no Brasil e no Amazonas.

    “Nada mais justo do que lutar no combate ao preconceito racial, o que exige um trabalho de base, junto aos grupos de convivência dos centros, formados por crianças, adultos e idosos, em prol de uma sociedade mais justa e igualitária”, sintetiza a coordenadora.

    Veja a programação nos demais Centros de Convivência:

    O Centro Estadual de Convivência da Família 31 de Março, no Japiim, realizou nesta quarta-feira uma palestra sobre o dia da Consciência Negra com o Grupo de Convivência Florescer.

    O Centro Estadual de Convivência da Família André Araújo, na Raiz, tratou o tema com apresentação e movimentações de Capoeira, demonstrando a prática do esporte como sinal de resistência negra.

    O Centro Estadual de Convivência da Família Maria de Miranda Leão, no Alvorada, fez uma atividade denominada “Rede da União Dinâmica com barbante formando teia de fortalecimento” e explanação sobre o tema “Consciência Negra” com música Afro-Brasileira.

    O Centro Estadual de Convivência da Família Padre Pedro Vignola, na Cidade Nova, tratou o tema com apresentação cultural pela valorização da cultura afro descente. Houve também Oficina de Pintura de Cultura Afro-Brasileiras.

    Centro Estadual de Convivência do Idoso Ceci Aparecida realizou uma ação de Arteterapia, criação de cartazes pelo Dia da Consciência Negra com os integrantes do Grupo de Convivência Futuro Melhor. Teve uma sensibilização em alusão à Consciência Negra, com o Grupo de Convivência Academia da Memória.

    Foto: Giovanna Caresto/Seas

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