Ao assumir uma franquia, Guilherme Cardoso Zampiere Lopes iniciou a carreira profissional por um caminho pouco convencional

Até pouco tempo, o início da vida profissional parecia seguir um roteiro conhecido. Primeiro vinham o currículo, as entrevistas, o primeiro emprego e os anos de experiência. Só depois surgia a possibilidade de abrir o próprio negócio. Para muitos jovens, essa lógica começa a ser reescrita.

Aos 22 anos, Guilherme Cardoso Zampiere Lopes não comemorou a assinatura da carteira de trabalho. Comemorou a inauguração da própria empresa. No dia 1º de julho, ele assumiu a operação da unidade da Mary Help em Belém. Não foi uma decisão impulsiva nem um sonho que surgiu da noite para o dia, a vontade de empreender já fazia parte de seus planos. O que ele não imaginava era que a primeira oportunidade chegaria justamente pelas mãos de quem mais conhecia sua capacidade.

O pai, franqueado da rede Mary Help em Manaus, o incentivou a abrir seu próprio negócio no Pará. “Eu já demonstrava que tinha vontade de empreender, ele foi o principal e maior incentivador dessa minha decisão. Recebi essa oportunidade com muita responsabilidade”.

A frase parece simples, mas diz muito sobre uma mudança que vem acontecendo dentro das famílias empreendedoras brasileiras. Se antes o conhecimento era transmitido depois de décadas de experiência, hoje muitos pais têm incentivado os filhos iniciem a carreira diretamente na gestão de um negócio.

Não por acaso, o movimento acompanha uma tendência observada em diversos países. O Global Entrepreneurship Monitor (GEM) 2025/2026 mostra que, em dez economias analisadas, mais da metade dos empreendedores em estágio inicial tem entre 18 e 34 anos. O relatório também aponta que o empreendedorismo deixou de representar apenas uma alternativa profissional e passou a ocupar papel estratégico em um mercado de trabalho marcado por rápidas transformações econômicas e tecnológicas.

Esse fluxo também se reflete no franchising. Segundo a Associação Brasileira de Franchising (ABF), o setor manteve crescimento em 2025, consolidando-se como uma das principais portas de entrada para quem deseja empreender contando com uma marca estruturada, processos definidos e acompanhamento permanente.

Para José Roberto Campanelli, diretor da rede de intermediação de serviços domésticos Mary Help, histórias como a de Guilherme mostram que a relação dos jovens com o trabalho vem mudando. “Percebemos uma geração que deseja assumir responsabilidades mais cedo e participar ativamente da construção do próprio futuro. O franchising oferece um ambiente estruturado para que esse aprendizado aconteça com apoio e segurança”.

Apesar da pouca idade e da responsabilidade de comandar uma franquia, Guilherme demonstra maturidade e mantém os pés no chão. Seu foco está na construção de um negócio sólido, capaz de conquistar e fidelizar clientes antes de pensar em novos desafios. “Quero consolidar a operação. Quando ela estiver estabilizada, pretendo investir em outras unidades da Mary Help”.

No fim, talvez a maior novidade dessa história não seja um jovem de 22 anos comandando uma empresa. Seja um pai que encorajou o filho a iniciar a sua jornada profissional através do empreendedorismo e a coragem do jovem que aceitou, enfrentou e hoje comanda o seu próprio negócio. Ou talvez seja justamente o encontro dessas duas decisões.

Sobre a Mary Help

A Mary Help faz cerca de 700 mil diárias por ano e tem cadastradas mais de 10 mil diaristas preparadas para atender os clientes de forma prática, rápida e segura. Para saber mais, acesse https://www.maryhelp.com.br/seja-um-franqueado/ ou entre em contato pelo WhatsApp: 17 98808-9550.

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