Close Menu
Fatos Amazonas
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Trending
    • Biblioteca Pública do Amazonas relembra o último título mundial do Brasil em exposição especial sobre as Copas
    • Comunitários discutem desafios do SUS e direito à saúde em pré-conferência da zona distrital Sul
    • Prefeitura capacita mais de 40 motoristas e cobradores do transporte público e investe em atendimento humanizado e inclusivo
    • Prefeitura de Manaus intensifica revitalização da sinalização viária nas zonas Centro-Sul e Sul da capital
    • Prefeitura fiscaliza estacionamento irregular e remove veículos do centro de Manaus
    • Semana Nacional de Museus iniciou a programação em Manaus com debates sobre memória, diversidade e identidade cultural
    • Em manhã de sol, prefeito Renato Junior fiscaliza operação ‘Tapa-Buracos’ na avenida André Araújo com uso de tecnologia para evitar ondulações na pista
    • Ageman fiscaliza recomposição asfáltica em vias contempladas com obras de saneamento básico
    Facebook X (Twitter) Instagram YouTube
    Fatos AmazonasFatos Amazonas
    • Início
      • Quem Somos
    • Manaus
      • famosos
      • Educação
      • Polícia
      • Política
      • Prefeitura de Manaus
      • Saúde
      • Tecnologia
      • Turismo
    • Amazonas
      • Governo do Amazonas
    • Brasil
    • Mundo
    • Esporte
    • Contato
    Fatos Amazonas
    Home»Economia»Risco ambiental deixa de ser pauta secundária e redefine estratégia do mercado de seguros
    Economia

    Risco ambiental deixa de ser pauta secundária e redefine estratégia do mercado de seguros

    Redação Fatos AMBy Redação Fatos AM19 de maio de 2026Nenhum comentário3 Mins Read
    Share
    Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email

    Eventos climáticos extremos, pressão regulatória e exigências ESG vêm acelerando uma mudança importante no setor de seguros: o risco ambiental deixou de ser um tema periférico e ocupa posição estratégica nas decisões de empresas, seguradoras e corretores.

    Nos últimos anos, enchentes, secas prolongadas, incêndios florestais e interrupções operacionais provocadas por fenômenos climáticos ampliaram a percepção de vulnerabilidade em diversos segmentos da economia. O impacto não atinge apenas grandes indústrias. Setores como agronegócio, logística, construção civil, energia, varejo e serviços passaram a revisar modelos de proteção, gerenciamento de risco e continuidade operacional.

    Fenômenos climáticos extremos modificaram a percepção de vulnerabilidade no cenário econômico. Através de crises hídricas, queimadas florestais e enchentes severas houve paralisação em múltiplos setores. Grandes indústrias dividem essa preocupação com frentes mercadológicas, razão pela qual negócios ligados ao agronegócio, logística, construção civil, energia e varejo buscam reformular suas salvaguardas enquanto gestores revisam estruturas de gerenciamento.

    Segundo Rafael Teixeira, analista de gestão, a transformação também mudou a lógica do mercado segurador, especialmente na forma como as seguradoras analisam exposição, precificação e limites de cobertura.

    “O risco ambiental passou a integrar a estratégia de gestão de riscos das empresas e das seguradoras. Hoje, o mercado revisa critérios de subscrição considerando fatores climáticos, regulatórios e impactos operacionais”, afirma.

    A procura por coberturas específicas também cresceu após os eventos climáticos registrados nos últimos anos, principalmente no Sul do Brasil. 

    “Esses eventos trouxeram uma percepção concreta sobre vulnerabilidade operacional e impacto financeiro. Além da busca por coberturas patrimoniais mais robustas, cresceu o interesse por seguros ambientais, lucros cessantes, responsabilidade civil ambiental e soluções paramétricas ligadas a eventos climáticos. O mercado passou a discutir não apenas indenização, mas também resiliência”, explica Teixeira.

    Embora a demanda esteja em crescimento, o especialista destaca que ainda existe diferença de maturidade entre os segmentos econômicos. Em muitos casos, a contratação de coberturas ambientais começa por exigências regulatórias, contratuais ou de financiamento, mas evolui para uma visão prioritária.

    Traduzir risco em impacto financeiro

    Um dos desafios do setor é transformar um tema frequentemente percebido de forma abstrata em algo tangível para o cliente. Segundo Teixeira, o entendimento muda quando o risco ambiental é conectado diretamente ao impacto financeiro, operacional e reputacional da empresa.

    “Muitas empresas entendem o risco apenas de forma abstrata, até que ele seja convertido em cenários objetivos: paralisação da operação, perda de receita, multas, dano à marca, interrupção logística ou responsabilização civil”, afirma.

    Nesse contexto, o corretor de seguros assume a consultoria. Mais do que intermediar apólices, o profissional precisa compreender exposição climática, planos de contingência, compliance regulatório e gerenciamento de riscos.

    “O mercado demanda um corretor mais analítico, capaz de orientar sobre prevenção, estruturação adequada das coberturas e leitura técnica das cláusulas e exclusões”, observa.

    Prevenção ganha peso nas apólices

    Outro movimento importante envolve a relação entre prevenção e eficiência securitária. Empresas que adotam práticas consistentes de gerenciamento de riscos tendem a conquistar melhores condições de aceitação, franquias e custo de seguro.

    Medidas como monitoramento ambiental, manutenção preventiva, gestão de fornecedores e planos de resposta a emergências passaram a influenciar diretamente a percepção de risco das seguradoras.

    “O seguro não substitui a prevenção. Ele complementa a estratégia de proteção da empresa”, resume Teixeira.

    Para o especialista, o tema deve ser encarado não apenas como agenda de sustentabilidade, mas como fator de viabilidade econômica e competitividade. A tendência é que o avanço da modelagem climática e do uso de dados transforme ainda mais a forma como o mercado avalia riscos nos próximos anos.

    “O desafio será equilibrar previsibilidade técnica, capacidade de cobertura e adaptação a um cenário climático cada vez mais volátil”, conclui.

    Compartilhe isso:

    • Clique para compartilhar no Facebook(abre em nova janela)
    • Clique para compartilhar no WhatsApp(abre em nova janela)

    Relacionado

    Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn WhatsApp Reddit Tumblr Email
    Redação Fatos AM
    • Website

    Related Posts

    Casa, apartamentos, bicicletas, embarcação e armas de airsoft estão disponíveis no leilão do TRT-11

    19 de maio de 2026

    4 em cada 10 beneficiários INSS não sabem das novas regras do consignado, aponta meutudo

    19 de maio de 2026

    Brasileiro acredita mais em instituições financeiras do que em autoridades oficiais para prevenir ou resolver golpes digitais

    19 de maio de 2026
    Leave A Reply Cancel Reply

    Nossas Redes
    • Facebook
    • Twitter
    • Instagram
    • YouTube
    Publicidade
    Demo
    Comentários
      Fatos Amazonas
      Facebook X (Twitter) Instagram
      © 2026 FatosAM. Todos os direitos reservados. Mantido por Jota Conecta

      Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.