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    Home»Saúde»Sesau reforça importância da doação de órgãos em Roraima
    Saúde

    Sesau reforça importância da doação de órgãos em Roraima

    Redação Fatos AMBy Redação Fatos AM9 de setembro de 2025Nenhum comentário3 Mins Read
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    Doar órgãos é um ato de solidariedade que pode salvar a vida de quem está na fila de espera por um transplante. Por isso, a Sesau (Secretaria de Saúde) reforça a importância da doação durante o Setembro Verde.

    Criada por meio da Lei 15.463/2014, o Setembro Verde é uma campanha que tem como proposta ressaltar junto a sociedade a importância da doação de órgãos no país.

    Em Roraima, a CET-RR (Central Estadual de Transplantes de Roraima) é a unidade responsável pela notificação e captação de potenciais doadores, que funciona no HGR (Hospital Geral de Roraima Rubens de Souza Bento) monitorando todos os hospitais, tanto da rede pública quanto particular.

    “A doação de órgãos é um ato de solidariedade que pode salvar vidas de pessoas que dependem de transplante para sobreviver ou recuperar a qualidade de vida. Uma pessoa que doa os seus órgãos pode salvar até oito pessoas. É um ato altruísta, é um ato de solidariedade para com o próximo”, afirmou a coordenadora da central, Patrícia Renovato.

    O principal desafio em Roraima é a sensibilização da população, que muitas vezes não sabe como o processo funciona. No Brasil, a doação só é efetivada com a autorização familiar, por isso, é fundamental que as pessoas conversem com seus parentes e deixem claro seu desejo de serem doadoras em vida.

    “O HGR é habilitado para captação de órgãos, e precisamos melhorar a baixa taxa de autorização familiar, e isso só vamos conseguir com a sensibilização das famílias, capacitando nossas equipes, a logística do transporte dos órgãos ser otimizada. A desinformação da população é algo que precisa ser vencida”, destacou.

    Se por uma fatalidade, o paciente sofrer lesões neurológicas graves e irreversíveis e for diagnosticado com morte encefálica, pode se tornar um doador. Diante disso, com o consentimento da família, o Sistema Nacional é notificado pela CET e Organizações de Procura de Órgãos, que envia uma equipe de outro estado para fazer a captação.

    Os pacientes do Estado que precisam de transplante são inseridos na fila única do SUS (Sistema Único de Saúde) e encaminhados por Tratamento Fora do Domicílio para hospitais que realizam o procedimento.

    SISTEMA NACIONAL DE TRANSPLANTES

    O Sistema Nacional de Transplante no Brasil é seguro, público e regulamentado pelo Ministério da Saúde. O fluxo ocorre por meio de uma fila única, e a ordem de transplante é definida por critérios técnicos e de urgência, sem privilégios pessoais.

    Todo o processo, da notificação à captação, é monitorado por um sistema oficial, e o diagnóstico de morte encefálica é confirmado por dois médicos independentes, seguindo protocolos rígidos do Conselho Federal de Medicina.

    “O Sistema Nacional de Transplante no Brasil é seguro e é o maior do mundo com o serviço público. Todas as etapas de notificação, captação, distribuição e transplante são monitoradas por sistema informatizado oficial do Ministério da Saúde pelo Sistema Nacional de Transplante. A Central Nacional de Transplante ela coordena e fiscaliza junto com as centrais estaduais de transplante”, ressaltou a coordenadora.

    SECOM RORAIMA

    JORNALISTA: Suyanne Sá

    FOTOGRAFIA: Ascom/Sesau

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